quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Miguel Ferrer

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1955 - 2017
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Loalwa Braz

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1953 - 2017
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Shortcutz Viseu - Sessão #86

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A Sessão #86 do Shortcutz Viseu irá decorrer na próxima sexta-feira dia 20 de Janeiro a partir das 22 horas onde serão apresentados no segmento Curtas em Competição, as curtas-metragens Marasmo, de Gonçalo Loureiro e A Bicicleta, de Henrique Guerreiro estando ambos os realizadores presentes na sessão para a apresentação dos seus filmes.
No segmento Realizador Convidado estará presente o realizador brasileiro Luciano Scherer para apresentar os seus filmes Cosme e Ruby.
Como sempre o lugar indicado para as noites de sexta-feira é o Carmo'81 na Rua do Carmo, em Viseu.
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Córtex - Festival de Curtas-Metragens de Sintra 2017 - selecção oficial

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Foi anunciada a programação oficial da sétima edição do Córtex - Festival de Curtas-Metragens de Sintra que irá decorrer no Centro Cultural Olga de Cadaval na vila estremenha, e que desta vez terá como convidado na secção Hemisfério o London Short Film Festival.
Da Competição Oficial avaliada por um júri composto por Cíntia Gil, Anabela Moreira, Leonor Silveira, Cláudia Varejão e Vasco Viana fazem parte:
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Competição Nacional
António Lindo António, de Ana Maria Gomes
Ascensão, de Pedro Peralta
Balada de um Batráquio, de Leonor Teles
Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira
Cabeça d'Asno, de Pedro Bastos
Chatear-me-ia Morrer tão Joveeeem..., de Filipe Abranches
Os Cravos e a Rocha, de Luísa Sequeira
Fim de Linha, de Paulo d'Alva e António Pinto
Menina, de Simão Cayatte
Onde Foi a Minha Sorte?, de Pedro Gonçalves
Pedro, de André Santos e Marco Leão
Rochas e Minerais, de Miguel Tavares
Sala Vazia, de Afonso Mota
Sem Fim, de João Tenera
A Terceira Metade, de Virgílio Pinto
A Torre, de Salomé Lamas
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Competição Internacional
Adaptation, de Bartosz Kruhlik (Polónia)
Ailleurs, de Mélody Boulissière (França)
Apokalipsa, de Justyna Mytnik (Polónia)
Ce que Cache la Neige, de Loïc Gaillard (França/Bélgica)
The Chicken of Wuzuh, de Sungbin Byun (Coreia do Sul)
Dormiente, de Tommaso Donati (Suíça)
Filmi Baraye To, de Iman Behrouzi (Irão)
Golden Tuna - Montreal Sessions, de Jenny Cartwright (Canadá)
Irgendwo Anders, de Borbála Nagy (Alemanha)
January Hymn, de Katherine Canty (Irlanda)
Limbo, de Konstantina Kotzamani (Grécia)
Nach dem Spiel, de Aline Chukwuedo (Alemanha)
Stacey and the Alien, de Nelson Polfliet (Bélgica)
There's Too Many of These Crows, de Morgan Miller (EUA)
Very Long Play Vinyl, de Vladimir Morozov (Rússia)
What Happens in Your Brain if You See a German Word Like...?, de Zora Rux (Alemanha)
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Mini-Córtex
O Arenque Vermelho, de Leevi Lemmetty (Finlândia/Irlanda)
Contar Carneiros, de Frits Standaert (França/Bélgica)
Contos de Gatos, de Vera Myakisheva (Rússia)
Doce Casulo, de Jonathan Duret, Matéo Bernard, Manon Marco, Matthias Bruget e Quentin Puiraveau (França)
Era Uma Vez numa Lua Azul, de Steve Boot (Reino Unido)
Hóspede Perfeito, de Ru Kuwahata e Max Porter (EUA)
Olá Lamigo, de Christina Chang e Charlie Parisi (EUA)
Projeto do Meu Pai, de Rosaria (Brasil)
True Colors, de Nicole Morciniec (EUA)
Unmasked, de Christina Faraj e Alice Gavish (EUA)
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Hemisfério - London Short Film Festival
Dear Marianne, de Mark Jenkin
Little Soldier, de Stella Corradi
A Love Story, de Anushka Kishani Naanayakkara (Reino Unido)
A Man Returned, de Mahdi Fleifel (Reino Unido/Dinamarca/Holanda/Líbano)
Murderous Injustice, de Gavin Scott Whitfield (Reino Unido)
Your Mother and I, de Anna Maguire (Reino Unido)
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

The Philadelphia Experiment (1984)

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A Experiência de Filadélfia de Stewart Raffill é uma longa-metragem norte-americana cujos protagonistas são Michael Paré e Nancy Allen numa história que cruza o passado e o presente entre 1943 e 1984.
Em 1943 os Estados Unidos preparavam testes que possibilitassem aos navios de guerra do país tornarem-se invisíveis ao inimigo. Quando o USS Eldridge desaparece em Filadélfia, David Herdeg (Paré) e Jim Parker (Bobby Di Cicco) são tele-transportados para o Estado do Nevada em 1984 onde conhecem Allison Hayes (Allen). No entanto, é em 1984 que a experiência se volta a realizar ao comando de Longstreet (Eirc Christmas) levando a que toda uma cidade desaparece e fique perdido num espaço temporal indefinido ameaçando toda a existência como então é conhecida.
Com o selo de produção de John Carpenter e argumento de Michael Janover, William Gray, Don Jakoby e Wallace C. Bennett, The Philadelphia Experiment é uma história que se inicia como um conto sobre os muitos eventuais misteriosos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial tentando cativar pela forma sobrenatural com que os mesmos são apresentados. Em pleno conflito todas as medidas e ideias valiam para vencer o inimigo e, numa altura em que a Alemanha Nazi parecia ainda indestrutível, os Estados Unidos decidem vencer pela invisibilidade. Por outras palavras, como poderia o inimigo derrotar se nem sequer os via?!
Num campo de novidade e onde tudo é uma potencial hipótese, The Philadelphia Experiment transgride a sua própria premissa e a viagem no tempo ocupa o seu lugar transformando-se na premissa principal desta história onde  "David" e "Jim" são as duas vítimas desta odisseia que os leva a um território familiarmente desconhecido onde os Estados Unidos poderão não ser aquilo que eles conheceram... Entre a desconfiança e a surpresa, a novidade e o preconceito (breve) com que têm de lidar, é a história de amor e aquela de sobrevivência que se impõe que acaba por ganhar relevância nesta história que muito ameaça... mas pouco acaba por cumprir.
Se "Jim" rapidamente desaparece desta história como o resultado dos efeitos secundários da experiência em que participara, é o "David" de Michael Paré que acaba por ser o esperado protagonista que encontra o amor, um passado familiar resolvido com a perda do mesmo e a convicção de que o mundo do qual vem já não é o mesmo que abandonara... horas antes. Nesta sua nova realidade e (in)esperada redenção, o espectador encontra personagens misteriosas - em 1943 - que parecem ter algo mais para contar do que as breves palavras que trocam, alguns inuendos e outras tantas insinuações que parecem e confirmam nunca serem resolvidas e apenas uma certeza... que a fuga de "David" não será eterna e que toda a (sua) vida o espera nessa admirável nova década de 80... esquecendo todas as demais que ficaram por descobrir... num futuro já passado.
Paré então muito prolífero nos anos 80 e Nancy Allen que se transformou num ícone com a sua participação na saga Robocop (1987), iniciada com Paul Verhoeven são então o par romântico - também ele inesperado -  que luta pela preservação de um amor de acaso, pela conclusão de um passado nunca encerrado e pela descoberta de pequenos grandes elementos sobre a vida de um "David" perdido entre dois mundos, naquela que é uma história que teria tudo para vingar se se tivesse assumido como um conto fantástico ou até mesmo sobrenatural, mas que se deixou levar por algumas tramas mal elaboradas e com pontas soltas que acabou por não credibilizar nenhuma das vertentes desta história dirigida por Raffill para lá de se promover com o "selo" Carpenter.
De levantar o véu sobre as misteriosas experiências para-militares que todos desconfiam existir sem - obviamente - nenhuma delas ser alguma vez exposta sem esquecer o romance, as viagens temporais e até mesmo a redenção com as escolhas (ou oportunidades) que surgiram, The Philadelphia Experiment dificilmente prende o espectador à excepção de uma muito bem construída - e ritmada - perseguição a alta velocidade pelo meio de um laranjal e que apesar de ser um (o?) ponto alto deste filme não chega para o tornar suficientemente dinâmico para mais tarde o recordarmos.
The Philadelphia Experiment serve essencialmente como um aperitivo à interessante carreira série B de Raffill, como uma muito ligeira marca na obra de Carpenter - ainda que enquanto produtor - e claro, redescobrir Paré e Allen como actores marcantes - e até determinantes no género - nesses já idos anos 80 sem que, no entanto, seja uma daquelas longas-metragens que possamos afirmar com segurança conseguir manter-se na nossa memória pela sua qualidade... mesmo que inserida num contexto e numa época.
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3 / 10
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domingo, 15 de janeiro de 2017

Left Behind (2014)

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Left Behind - A Última Profecia de Vic Armstrong é uma longa-metragem norte-americana e um dos últimos trabalhos de um muito apagado Nicolas Cage.
Num mundo onde os valores ditos tradicionais parecem estar cada vez mais ténues, Ray (Cage) embarca em mais um vôo para não ter de lidar com a mais recente reunião familiar. Enquanto Chloe (Cassi Thomson) a sua filha mais velha, fica para trás, o mundo é misteriosamente assolado pelo estranho e inexplicável desaparecimento de milhões de pessoas anunciando aquilo que pode ser o princípio do fim da civilização tal como a conhecemos.
Inserido numa já longa lista de filmes cujo propósito parece ser a destruição de um percurso que parecia intocável de Nicolas Cage, Left Behind não é apenas um filme fraco. É, para lá disso, um filme que parece ter sido concluído porque a uma certa altura percebeu-se que o prejuízo por não ser terminado seria superior àquele de o lançar em sala - com sorte! - ou directamente para o mercado DVD como aconteceu em alguns mercados internacionais.
A temática de "fim do mundo" onde um qualquer apocalipse parece (não) espreitar ao virar da esquina, fascina qualquer espectador que deseja e aguarda por um conjunto de efeitos especiais fora do normal que compensem a por vezes fraca ou inexistente linha narrativa que entregue uma história coerente e credível. No entanto Left Behind não prima nem por uma nem por outra vertente deixando ao acaso e à imperfeição a esperança de uma suposta redenção para um filme que se anuncia... mau.
Paul Lalonde e John Patus assinam assim o argumento desta longa-metragem - que mais parece uma colagem de pequenos momentos - onde o mundo de facto parece estar à beira do fim quando milhões de pessoas desaparecem dos quatro cantos do planeta de forma misteriosa deixando para trás todos os seus pertences (roupa incluída) e um mundo que entra imediatamente num caos. Desespero, acidentes, assaltos e vandalismo invadem as ruas onde todos parecem querer lucrar de forma fácil com os pertences daqueles que "ficaram". Sem motivo ou explicação aparente, todos se questionam sobre os porquês até que um Nicolas Cage - iluminado que é neste desempenho muito abaixo da qualidade a que outrora nos habituou - descobre que o factor "religioso" salvou os "desaparecidos" de um mundo agora à beira da extinção.
No entanto, e por muito fraca que seja esta linha condutora, são todos os demais elementos que arruínam aquilo que já de si... estava péssimo. A forma como se explora este apocalipse religioso ou mesmo as vozes que lhe dão "corpo" parecem estar apenas a debitar algumas frases feitas e pensamentos (re)tidos na igreja lá do bairro onde, sem qualquer convicção possível e imaginária, apenas contribuem para um desfecho tão ou menos inspirado como aquilo que nos é oferecido ao longo de pouco mais de oitenta minutos. Se por um lado assistimos a toda uma história pobremente "enriquecida" e com interpretações que oscilam entre o medíocre e o péssimo, com uma música constante e constantemente deprimente como se de uma ida à aldeia se tratasse onde todos os problemas de uma catástrofe fossem alegremente esquecidos e isto sem esquecer a evidente - mas ausente - dramatização que faz qualquer espectador desejar que (aquele) mundo desapareça rapidamente, Left Behind mais não é do que um aparente veículo para a descredibilização de um conjunto de profissionais que se esperam com uma futura carreira mas que, para a sua concretização, é melhor que omitam esta "peça" do seu percurso.
Se uma palavra pode caracterizar todo o trabalho feito em Left Behind essa palavra seria risível. A longa-metragem de Vic Armstrong apenas faz com que o espectador se ria das inúmeras gaffes e momentos amadores que não conferem nenhuma empatia com esta história e, bem longe de Knowing (2009), de Alex Proyas também protagonizado por Cage, Left Behind não convence em nenhum momento por esse fim que apenas brevemente se testemunha momentos antes desta longa-metragem terminar. Resumido a uma viagem de avião preenchida de lugares comuns e que correu mal que tenta enquadrar o grupo de sobreviventes neste novo mundo ao mesmo tempo que se acompanha a viagem da solitária "Chloe" que espera pelo pai e por um potencial novo namorado em "Buck" (Chad Michael Murray) é um verdadeiro desastre que tem ainda a seu (des)favor o facto de não conseguir ter um justo final.
Da pobreza da sua narrativa àquela das suas personagens - e de actores que parecem caídos numa espiral de decadência - sem esquecer todas as componentes técnicas que vão desde o som à música original (?), dos (d)efeitos especiais aos àqueles de espaço - todos nós percebemos que estamos, a todo o momento, dentro de um estúdio a céu aberto - Left Behind apenas deveria ter feito jus ao seu título original e ter sido deixado para trás num mundo que certamente terá histórias bem mais interessantes, coesas e entusiasmantes para contar sem necessitar de recorrer a cataclismos bíblicos que são - tão pouco - explorados e apresentados como deveriam ser.
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1 / 10
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sábado, 14 de janeiro de 2017

Premios José María Forqué 2017: os vencedores

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Foram hoje revelados os vencedores dos Premios José María Forqué - criado em memória de José María Forqué e com objectivos principais a contribuição para a promoção do sector audiovisual espanhol premiando, desta forma, o filme com maiores valores técnicos e artísticos entre aquelas estreadas em Espanha - no Teatro de la Maestranza, em Sevilha.
São os vencedores:
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Longa-Metragem de Ficção e Animação: Tarde para la Ira, de Raúl Arévalo
Documentário: 2016. Nacido en Síria, de Hernán Zin
Longa-Metragem Latino-Americana: El Ciudadano Ilustre, de Gastón Duprat e Mariano Cohn (Argentina)
Curta-Metragem: Graffiti, de Lluís Quílez
Interpretação Masculina: Roberto Álamo, Que Dios nos Perdone
Interpretação Feminina: Emma Suárez, Julieta
Prémio ao Cinema e Edução em Valores: A Monster Calls, de Juan Antonio Bayona
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Maria Cabral

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1941 - 2017
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Richard Gautier

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1931 - 2017
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CinEuphoria Prémios 2017: os vencedores

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Foram hoje anunciados os vencedores dos CinEuphoria 2017 na Competição Internacional, na Competição Nacional, nos Prémios do Público e ainda os Prémios Honorários.
São os vencedores:
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Competição Internacional
Filme: Mustang, de Deniz Gamze Ergüven (real.) e Charles Gillibert (prod.)
Documentário: Fuocoammare, de Gianfranco Rosi
Filme de Animação: Kubo and the Two Strings, de Travis Knight
Curta-Metragem: 6400 Asa, de Mijael Milies García, Die Badewanne, de Tim Ellrich, Graffiti, de Lluís Quílez e Plumés, de Camille Pernin
Realizador: Myroslav Slaboshpytskyi, Plemya
Realizador de Curta-Metragem: Roberto Ruíz Cespedes, Broken Basket, Luciano de Azevedo, Cabrito e Jure Pavlovic, Piknik
Actor: Viggo Mortensen, Captain Fantastic e Géza Röhrig, Saul Fia
Actriz: Isabelle Huppert, Elle
Actor em Curta-Metragem: Patrick Criado, El Aspirante e Marcello Prayer, Sonderkommando
Actriz em Curta-Metragem: Anna Brodskaja-Bomke, Revolution, Ruth Díaz, Mañana no es Otro Día e Giusy Lodi, Bellissima
Actor Secundário: Alessandro Borghi, Suburra, Richard Brake, 31 e Aaron Taylor-Johnson, Nocturnal Animals
Actriz Secundária: Nicole Kidman, Lion e Sophia Starosta, O Ninho
Elenco: The Hateful Eight, Zöe Bell, Demián Bichir, Bruce Dern, Walton Goggins, Samuel L. Jackson, Jennifer Jason Leigh, Michael Madsen, James Parks, Tim Roth, Kurt Russell e Channing Tatum
Dupla: Patrick Criado e Pepe Lorente, El Aspirante
Argumento: Boi Neon, Gabriel Mascaro e I, Daniel Blake, Paul Laverty
Montagem: The Revenant, Stephen Mirrione
Fotografia: James White e Saul Fia, Mátyás Erdély
Música Original: The Hateful Eight, Ennio Morricone, Lion, Volker Bertelmann e Dustin O'Halloran e Sonderkommando, Angelo Vitaliano
Canção - Original ou Adaptada: Não Atribuído
Direcção Artística: The Hateful Eight, Yohei Taneda, Benjamin Edelberg, Richard L. Johnson e Rosemary Brandenburg
Guarda-Roupa: The Light Between the Oceans, Erin Benach
Caracterização: Macbeth, Jenny Shircore
Som e Efeitos Sonoros:  The Revenant, Jon Taylor, Frank A. Montaño, Randy Thom, Chris Duesterdiek, Martin Hernández e Lon Bender
Efeitos Visuais: Rogue One, John Knoll, Mohen Leo, Hal T. Hickel e Neil Corbould
Segmento ou Sequência: The Revenant, Luta com o urso e The Witch: A New-England Folktale, Revelação de "Black Phillip"
Personagem de Animação: "Birdboy", Psiconautas, Los Niños Olvidados
Cartaz: O Ornitólogo
Trailer: Suicide Squad
Top do Ano: Boi Neon, de Gabriel Mascaro, Captain Fantastic, de Matt Ross, El Club, de Pablo Larraín, I, Daniel Blake, de Ken Loach, James White, de Josh Mond, Juste la Fin du Monde, de Xavier Dolan, Lion, de Garth Davis, Mustang, de Deniz Gamze Ergüven, O Ninho, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, Plemya, Myroslav Slaboshpytskyi, The Revenant, de Alejandro González Iñárritu e Saul Fia, de Lászlo Nemes
Top de Curtas-Metragens: 6400 Asa, de Mijael Milies García, Alles Wird Gut, de Patrick Vollrath, El Aspirante, de Juan Gautier, Die Badewanne, de Tim Ellrich, Bellissima, de Alessandro Capitani, Cabrito, de Luciano de Azevedo, Les Choix de Maelys, de Florent Magnoac, Com Todo Amor de que Disponho, de Aristeu Araújo, Como são Cruéis os Pássaros da Alvorada, de João Toledo, El Discurso de Navidad, de Cristina Bodelón e Ignacio De Vicente, Graffiti, de Lluís Quílez, La Graine, de Barney Frydman, Hola, Mamá, Hola, Papá, de Roberto Pérez Toledo, Impulso, de Ilune Díaz, Ineffaçable, de Grégory Lecocq, Mañana no es Otro Día, de David Martín de los Santos, Napoléon y Yo, de Ander Duque, Piknik, de Jure Pavlovic, Plumés, de Camille Pernin, Respite, de Adriano Cirulli, Revolution, de Markus Erhart, Sonderkommando, de Nicola Ragone, Tronc, de Gautier Dulion, La Voz del Agua, de Álvaro Elias e The Walker, de Adán Aliaga
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Competição Nacional
Filme: Cartas da Guerra, de Ivo M. Ferreira (real.) e Sandro Aguilar e Luís Urbano (prods.)
Documentário: Eldorado, de Rui Eduardo Abreu, Thierry Besseling e Loïc Tanson, O Meu Amigo Manuel, de Ricardo Franco e Treblinka, de Sérgio Tréfaut
Filme de Animação: Chatear-me-ia Morrer Tão Joveeeem..., de Filipe Abranches
Curta-Metragem: Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira
Realizador: Ivo M. Ferreira, Cartas da Guerra
Realizador de Curta-Metragem: Cristèle Alves Meira, Campo de Víboras e Gonçalo Loureiro, Marasmo
Actor: Filipe Duarte, Cinzento e Negro e Miguel Nunes, Cartas da Guerra
Actriz: Ana Padrão, Campo de Víboras
Actor em Curta-Metragem: Filipe Abreu, Pedro e Eurico Lopes, Vícios para uma Família Feliz
Actriz em Curta-Metragem: Ana Padrão, Campo de Víboras
Actor Secundário: Miguel Cunha, Zeus, Isac Graça, Cartas da Guerra e Diogo Leite, O Amor é Lindo... Porque Sim!
Actriz Secundária: Maria Rueff, O Amor é Lindo... Porque Sim!
Elenco: Offline, Sara Barros Leitão, Ana Bustorff, Iris Cayatte, Duarte Gomes, Miguel Lemos, Daniela Love, João Nunes Monteiro, João Sena e Emília Silvestre
Argumento: Estive em Lisboa e Lembrei de Você, José Barahona e O Ornitólogo, João Rui Guerra da Mata e João Pedro Rodrigues
Montagem: Cartas da Guerra, Sandro Aguilar
Fotografia: Ascensão, Cartas da Guerra, Gelo, Treblinka e Zeus, João Ribeiro
Música Original: Estive em Lisboa e Lembrei de Você, Felipe Ayres
Direcção Artística: Refrigerantes e Canções de Amor, Artur Pinheiro
Guarda-Roupa: Ascenção e Posto Avançado do Progresso, Tânia Franco
Caracterização: A Mãe é que Sabe, Mário Leal e Inês Pauor
Efeitos Sonoros e/ou Visuais: Cartas da Guerra, Ricardo Leal e Tiago Matos
Cartaz: O Ornitólogo
Trailer: Cartas da Guerra
Top do Ano: Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira, Cartas da Guerra, de Ivo M. Ferreira, Chatear-me-ia Morrer Tão Joveeeem..., de Filipe Abranches, Cinzento e Negro, de Luís Filipe Rocha, Estive em Lisboa e Lembrei de Você, de José Barahona, A Estrada 47, de Vicente Ferraz, Offline, de Guilherme Trindade, O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues, Posto Avançado do Progresso, de Hugo Vieira da Silva, Treblinka, de Sérgio Tréfaut e Zeus, de Paulo Filipe Monteiro
Top de Curtas-Metragens: Amélia & Duarte, de Alice Guimarães e Mónica Santos, Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira, Luto Branco, de Frederico Ferreira, Marasmo, de Gonçalo Loureiro, Maria do Mar, de João Rosas, Menina, de Simão Cayatte, A Noite de Santo António, de João Gomes, Pedro, de André Santos e Marco Leão, Rampa, de Margarida Lucas e Swallows, de Sofia Bost
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Prémios Honorários
Liberdade de Expressão: El Aspirante, de Juan Gautier, Fuocoammare, de Gianfranco Rosi, Hola, Mamá, Hola, Papá, de Roberto Pérez Toledo, Human, de Yann Arthus-Bertrand, I, Daniel Blake, de Ken Loach, I Said I Would Never Talk About Politics, de Aitor Oñederra, Mustang, de Deniz Gamze Ergüven e às actrizes Ilayda Akdogan, Doga Zeynep Foguslu, Elit Iscan, Günes Sensoy e Tugba Sunguroglu, O Ninho, de Márcio Reolon e Filipe Matzembacher e ao elenco Guilherme Bassan, Elison Couto, Felipe Paes, Lucas Riedi, Sophia Starosta, Nicolas Vargas e Luiz Paulo Vasconcellos, Plemya, de Miroslav Slaboshpytskyi, Por Un Beso, de David Velduque, Revolution, de Markus Erhart, Saul Fia, de László Nemes, Sonderkommando, de Nicola Ragone e Treblinka, de Sérgio Tréfaut e aos actores Meryl Streep e Nuno Lopes
Carreira: John Carpenter, Diane Ladd, Tippi Hedren, Alan Rickman (póstumo), Sigourney Weaver e Joanne Woodward
Mérito: Caminhos do Cinema Português, Festa do Cinema Italiano e MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa
Someone to Watch: Cristèle Alves Meira, Guilherme Bassan, Miguel Cunha, Isac Graça, Gonçalo Loureiro, Nicola Ragone e Nicolas Vargas
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Prémios do Público
Filme: The Hateful Eight, de Quentin Tarantino
Actor: Paulo Azevedo, Estive em Lisboa e Lembrei de Você, Paul Hamy, O Ornitólogo e Dev Patel, Lion
Actriz: Jennifer Jason Leigh, The Hateful Eight
Actor Secundário: Toby Kebbell, A Monster Calls
Actriz Secundária: Sigourney Weaver, A Monster Calls
Realizador: Quentin Tarantino, The Hateful Eight
Carreira: Não Atribuído
Top do Ano: Boi Neon, de Gabriel Mascaro, Cartas da Guerra, de Ivo M. Ferreira, Estive em Lisboa e Lembrei de Você, de José Barahona, The Hateful Eight, de Quentin Tarantino, Luto Branco, de Frederico Ferreira, A Monster Calls, de Juan Antonio Bayona, Mustang, de Deniz Gamze Ergüven, O Ninho, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues, Saul Fia, de László Nemes e Washakie y el Chico de las Manos Mojadas, de Eric Montragudo e Orió Peñalver
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Filme

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Cartas da Guerra, de Ivo M. Ferreira (real.) e Sandro Aguilar e Luís Urbano (prods.)
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Documentário

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Eldorado, de Rui Eduardo Abreu, Thierry Besseling e Loïc Tanson
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O Meu Amigo Manuel, de Ricardo Franco
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Treblinka, de Sérgio Tréfaut
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Filme de Animação

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Chatear-me-ia Morrer tão Joveeeem..., de Filipe Abranches
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Curta-Metragem

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Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Realizador

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Ivo M. Ferreira, Cartas da Guerra
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Realizador de Curta-Metragem

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Cristèle Alves Meira, Campo de Víboras
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Gonçalo Loureiro, Marasmo
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Actor

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Filipe Duarte, Cinzento e Negro
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Miguel Nunes, Cartas da Guerra
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Actriz

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Ana Padrão, Campo de Víboras
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Actor em Curta-Metragem

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Filipe Abreu, Pedro
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Eurico Lopes, Vícios para uma Família Feliz
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Actriz em Curta-Metragem

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Ana Padrão, Campo de Víboras
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Actor Secundário

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Miguel Cunha, Zeus
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Isac Graça, Cartas da Guerra
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Diogo Leite, O Amor é Lindo... Porque Sim!
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Actriz Secundária

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Maria Rueff, O Amor é Lindo... Porque Sim!
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CinEuphoria Prémios 2017 - Competição Nacional: Elenco

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Sara Barros Leitão
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Ana Bustorff
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Íris Cayatte
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Duarte Gomes
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Miguel Lemos
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Daniela Love
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João Nunes Monteiro
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João Sena
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Emília Silvestre
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Offline
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