quinta-feira, 20 de julho de 2017

Chester Bennington

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1976 - 2017
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terça-feira, 18 de julho de 2017

MOTELx 2017: seleccionadas para Melhor Curta-Metragem Portuguesa de Terror

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O MOTELx - Festival Internacional de Terror de Lisboa que irá decorrer no Cinema São Jorge, Cinemateca Júnior e Teatro Tivoli - BBVA no próximo mês de Setembro divulgou esta noite as curtas-metragens de terror portuguesa seleccionadas para competição no festival.
São elas:
  • #blessed, de Diogo Lopes
  • O Candeeiro - Um Filme à Luz de Lisboa, de Henrique Costa e Hugo Passarinho
  • Carga, de Luís Campos
  • Depois do Silêncio, de Guilherme Daniel
  • Entelekheia, de Hugo Malainho
  • A Instalação do Medo, de Ricardo Leite
  • Mãe Querida, de João Silva Santos
  • Revenge Porn, de Guilherme Trindade
  • Thursday Night, de Gonçalo Almeida
Entre os anteriores vencedores deste prémio encontram-se, por exemplo, O Coveiro, de André Gil Mata ou Pela Boca Morre o Peixe, de João P. Nunes.
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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Festival Internacional de Curtas-Metragens de Vila do Conde 2017: os vencedores

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Competição Internacional
Grande Prémio de Melhor Filme: Farpões Baldios, de Marta Mateus
Ficção: Les Îles, de Yann Gonzalez
Documentário: O Peixe, de Jonathas de Andrade
Animação: My Burden, de Niki Lindroth Von Bahr
Curta-Metragem Europeia - Nomeação EFA: Los Desheredados, de Laura Ferrés
Prémio do Público: Retouch, de Kaveh Mazaheri
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Competição Nacional
Filme: Où en Êtes-Vous, de João Pedro Rodrigues
Realizador: Gabriel Abrantes, Os Humores Artificiais
Prémio do Público: Surpresa, de Paulo Patrício
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Competição Experimental
Filme: From Source to Poem, de Rosa Barba
Menção Honrosa: Fajr, de Lois Patiño
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Competição Curtinhas
Prémio Mar Shopping - Filme: Revolting Rhymes, Part One, de Jakob Schuh e Jan Lachauer
Menção Honrosa (maiores de 3 anos): Jubilee, de Coralie Soudet, Charlotte Piogé, Marion Duvert, Marion El Kadiri e Agathe Marmion
Menção Honrosa (maiores de 6 anos): Lost in Spring, de Fred Leao Prado Wall
Menção Honrosa (maiores de 9 anos): Mindenki, de Kristof Deak
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Competição Videos Musicais
Video Musical: Old Habits - Minta & the Brook Trout, de João Nicolau
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Competição Take One!
Prémio IPDJ - Smiling - Agência da Curta-Metragem - RESTART: De Gente se Fez História, de Inês Pinto Vila Cova
Prémio Kino Sound Studio - Realizador: Ricardo Pinto de Magalhães, Delphine Aprisionada
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domingo, 16 de julho de 2017

Martin Landau

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1928 - 2017
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George Romero

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1940 - 2017
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quinta-feira, 13 de julho de 2017

John Bernecker

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1984 - 2017
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Ariel - Academia Mexicana de Cinema 2017: os vencedores

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Foram anunciados na passada noite no Palacio de Bellas Artes, na Cidade do México, os vencedores dos Ariel, prémios atribuídos anualmente pela Academia Mexicana de Cinema. La 4ª Compañia, de Amir Galván e Mitzi Vanessa Arreola foi anunciado como o grande vencedor da noite arrecadando um total de nove troféus incluindo Melhor Filme e Melhor Actor.
São os vencedores:
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Filme: La 4ª Compañía, de Amir Galván e Mitzi Vanessa Arreola
Primeira Obra: El Sueño del Mara'Akame, de Federico Cecchetti
Documentário: Tempestad, de Tatiana Huezo
Filme Ibero-Americano: El Ciudadano Ilustre, de Mariano Cohn e Gastón Duprat (Argentina) e Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert (Brasil)
Curta-Metragem de Ficção: El Ocaso de Juan, de Omar Deneb Juárez
Documentário - Curta-Metragem: Aurelia y Pedro, de Omar Robles e José Permar
Curta-Metragem de Animação: Los Aeronautas, de León Rodrigo Fernández
Realizador: Tatiana Huezo, Tempestad
Actor: Adrián Ladrón, La 4ª Compañía e José Carlos Ruíz, Almacenados
Actriz: Verónica Langer, La Caridad
Actor do Elenco: Hernán Mendoza, La 4ª Compañía
Actriz do Elenco: Martha Claudia Moreno, Distancias Cortas
Actor Secundário: Hoze Alberto Meléndez, Almacenados
Actriz Secundária: Adriana Paz, La Caridad
Revelação Masculina: Paco de la Fuente, El Alien y Yo
Revelação Feminina: María Evoli, Tenemos la Carne
Argumento Original: Maquinaria Panamericana, Joaquín del Paso e Lucy Pawlak
Argumento Adaptado: Almacenados, David Desola
Montagem: La 4ª Compañía, Mitzi Vanessa Arreola, Francisco X. Rivera e Camilo Abadía
Fotografia: Tempestad, Ernesto Pardo
Música Original: El Sueño del Mara'Akame, Emiliano Motta
Som: La 4ª Compañía, Javier Umpierrez, Isabel Muñoz, Jaime Baksht e Michelle Couttolenc e Tempestad, Federico González Jordán, Lena Esquenazi e Carlos Cortés
Direcção Artística: La 4ª Compañía, Jay Aroesty e Carlos Cosío
Guarda-Roupa: La 4ª Compañía, Bertha Romero e José Guadalupe López
Caracterização: La 4ª Compañía, Carla Tinoco e Alfredo García
Efeitos Especiais: La 4ª Compañía, Luis Eduardo Ambriz
Efeitos Visuais: La 4ª Compañía, Ricardo Robles
Ariel de Oro - Carreira: Isla Vega e Lucero Isaac
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sábado, 8 de julho de 2017

Nelsan Ellis

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1978 - 2017
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Elsa Martinelli

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1935 - 2017
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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Pedro Aunión Monroy

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1975 - 2017
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Prémio LUX - Parlamento Europeu 2017: selecção oficial

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Foram hoje divulgados pelo Parlamento Europeu as dez longas-metragens pré-seleccionadas ao Prémio Lux atribuído pela referida instituição. As obras, ilustrativas daquilo que de melhor se faz no cinema europeu, são as seguintes:
  • 120 Battements par Minute, de Robin Campillo (França)
  • A Ciambra, de Jonas Carpignano (Itália/Brasil/EUA/França/Alemanha/Suécia)
  • Estiu 1993, de Carla Simón (Espanha)
  • Hjartasteinn, de Guðmundur Arnar Guðmundsson (Islândia/Dinamarca)
  • King of Belgians, de Peter Brosens e Jessica Woodworth (Bélgica/Holanda/Bulgária)
  • Ostatnia Rodzina, de Jan P. Matuszyński (Polónia)
  • Sameblod, de Amanda Kernell (Suécia/Dinamarca/Noruega)
  • Slava, de Kristina Grozeva e Petar Valchanov (Bulgária)
  • Toivon Tuolla Puolen, de Aki Kaurismäki (Finlândia/Alemanha)
  • Western, de Valeska Grisebach (Alemanha/Bulgária/Áustria)
Do júri encarregue desta selecção fizeram parte Greta Akcijonaite (Distribuição Kino Pasaka - Lituânia), Peter Bognar (Programador de Festival - Hungria), Mihai Cristian Chirilov (Crítico e Director Artístico do Transilvania International Film Festival - Roménia), Jose Luis Cienfuegos (Director do Festival de Cinema Europeu de Sevilha - Espanha), Henk Cluytens (Distribuidor September Film - Bélgica), Marion Döring (Directora da Academia Europeia de Cinema - Alemanha), Jonas Dornbach (Produtor - Alemanha), Jakub Duszynski (Distribuidor GUTEK Film e Co-Presidente da Europa Distribution - Polónia),  Giorgio Gosetti (Director do Venice Days Film Festival - Itália), Mathilde Henrot (Fundadora do Festival Scope - França) Claus Hjorth (Danish Film Institute - Dinamarca), Ivana Ivisic (Especialista em Cinema e Audiovisual - Croácia), Vanja Kaludjercic (Programadora do Sarajevo Film Festival - Eslovénia), Yorgos Krassakopoulos (Programador do Thessaloniki Film Festival - Grécia), Christoph Leparc (Secretário Geral da Semana dos Realizadores de Cannes - França), Niombo Lomba (Comissão Europeia - Alemanha), Susan Newman-Baudais (Eurimages - Irlanda), Karel Och (Director Artístico do Karlovy Vary Film Festival - República Checa), Iris Praefke (Moviemento Kino Betriebs/Europa Cinemas - Alemanha), , Jonathan Romney (Crítico Film Comment, Sight & Sound, The Observer e Screen Daily - Reino Unido) e Mira Staleva (Sofia International Film Festival - Bulgária). Os três nomeados serão conhecidos no final do mês de Julho.
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terça-feira, 4 de julho de 2017

Festival Ibérico de Cine de Badajoz 2017: os seleccionados

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Foram divulgadas as curtas-metragens que estão presentes na selecção oficial da vigésima-terceira edição do Festival Ibérico de Cine de Badajoz que irá decorrer no Teatro Lopez de Ayala entre os próximos dias 19 e 23 de Julho.
São elas:
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Selecção Oficial
17 Años Juntos, de Javier Fesser (Espanha)
Ainhoa, de Iván Sáinz-Pardo (Espanha)
Amanecer, de Daniel León Lacave (Espanha)
The App, de Julián Merino (Espanha)
Australia, de Lino Escalera (Espanha)
Estilhaços, de José Miguel Ribeiro (Portugal)
Fim de Linha, de Paulo d'Alva e António Pinto (Portugal)
Hasta Luego, Cariño, de Antonello Novellino (Espanha)
El Hombre de Agua Dulce, de Álvaro Ron (Espanha)
Laborable, de Alejandro Marín (Espanha)
Lethe, de Eric Romero (Espanha)
Menina, de Simão Cayatte (Portugal)
Rawan 16/07, de Miguel Parra (Espanha)
Sé lo que Quieras, de Marisa Crespo e Moisés Romera (Espanha)
Ulises, de Aitor Gutiérrez (Espanha)
Última Chamada, de Sara Barbas (Portugal)
As Vacas de Wisconsin, de Sara Traba (Espanha)
Vampiro, de Álex Montoya (Espanha)
Zona-84, de Lonan García (Espanha)
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Certame Extremeño
Duelos, de Yolanda Román
El Escondite, de Ismael Chaka
Historia de una Fuga de Mauthausen, de Diego González Pérez
Nerón, de Rubi Stein
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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Paolo Villaggio

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1932 - 2017
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domingo, 2 de julho de 2017

Shortcutz Viseu - vencedor de Junho

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O Shortcutz Viseu anunciou há instantes o vencedor do mês de Junho que é, portanto, a mais recente e também a última das nomeadas ao troféu de Melhor Curta do Ano, sendo ela a curta-metragem Jigging, de Ramón de los Santos.
A curta-metragem junta-se assim a Post-Mortem, de Belmiro Ribeiro, A Rapariga de Berlim, de Bruno de Freitas Leal, Fosso, de Rui Costa, Paulo Varela, Ricardo Sousa, Bruno Lamelas e Vasco Simões, Marasmo, de Gonçalo Loureiro, A Instalação do Medo, de Ricardo Leite, A Terceira Metade, de Virgílio Pinto e Rodrigo Morais e Cavallo, de Joana Maria Sousa como as nomeadas já conhecidas para o prémio de Melhor Curta-Metragem do Ano cuja vencedora será revelada numa cerimónia a realizar em Setembro próximo no Carmo'81, em Viseu.
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Stroker Ace (1983)

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Prego a Fundo de Hal Needham é uma longa-metragem norte-americana e uma das várias obras que marca a colaboração do realizador com o seu actor protagonista Burt Reynolds.
Stroker Ace (Reynolds) é um piloto do circuito NASCAR habituado às vitórias. Quando Clyde Torkle (Ned Beatty), um magnata do frango frito o aborda para ser o seu novo patrocinador, Ace estava longe de imaginar que todo o seu percurso enquanto piloto iria estar às ordens de uma campanha publicitária que o ridicularizaria enquanto tal. Poderá Ace libertar-se deste estado refém em que se encontra?
Quando o espectador lê a sinopse desta longa-metragem e se depara com o trabalho conjunto de três argumentistas - o próprio Needham, Hugh Wilson e David E. Peckinpah - para adaptar a obra de William Neely e Robert K. Ottum, questiona-se sobre a potencialidade de uma obra que aparenta ter uma narrativa tão elaborada que toda a sua atenção será necessária. No entanto, e à medida que esta longa revela a sua linha condutora, aquilo que rapidamente compreende é que quão necessários terão sido todos estes argumentistas quando, no fundo, tudo aquilo que aqui vemos se resume a breves princípios; 1) temos uma personagem principal que vive centrada na sua imagem enquanto galã de serviço, 2) temos o "adjunto" que vive na sua sombra e que, com bom tom, é o "tolinho" lá do bairro, 3) temos a ingénua pseudo-boazona que irá ser o seu alvo de atracção e, finalmente, 4) o magnata capitalista que mais não é do que uma "saloio" com muito dinheiro.
Tendo estes quatro princípios - e já bem puxados para serem tantos - a única pergunta aqui possível é... para quê?! Nada neste filme, que não só não é original como se resume a um conjunto de banais graçolas de stand up, consegue ser minimamente interessante para que o espectador o veja como uma obra divertida. Desde os primeiros instantes que se percebem todas as personagens estereotipadas, desde a personagem ultra arrogante interpretada por Burt Reynolds - adulto com um claro síndrome de eterno adolescente - ao seu assistente e melhor amigo concentrado num universo muito próprio, sem esquecer a loira muito cristã e moralista de Anderson, o principal concorrente de "Ace" a cargo de Parker Stevenson e o magnata provinciano de Beatty. Se a simpatia pela história já era inexistente, então por estas personagens nunca chega, na realidade, a ser desenvolvida. Entre o vago e o vão, todos oscilam durante pouco mais de noventa minutos sem que, na realidade, exista qualquer profundidade dramática das mesmas. Imaginando isto de uma forma mais simplista... cada um deles teve o seu próprio guião sem grande interacção ou preparação do mesmo (será que ele existiu de facto?!) e, no final, reuniram-se para umas quantas graçolas minimamente exploradas. E para os resistentes, os momentos finais com os bloopers isso comprovam...
Como aspectos positivos... que são poucos... a capacidade de inserir alguns momentos de corridas NASCAR no enredo - ainda que se consiga perceber claramente que nada têm em relação a esta história em concreto - que revelam toda uma intensidade "de fundo" inicialmente pretendida mas que, na prática, nunca chega a ser sentida. A boa intenção está mas, tal como no Inferno... enche sem satisfazer. Finalmente, e apesar de todo um sub-aproveitamento, é a personagem de Bed Beatty enquanto o magnata com interesses financeiros muito "acentuados", que se destaca de todo o elenco. Provinciano e revelador do que de pior tem o dinheiro - e o poder que se incute -, Beatty oscila entre o maléfico, o oportunista e o parolo que, no final, acaba por ser derrotado da forma mais absurda. Ainda que o seu "vilão" de serviço seja um (frágil) ponto positivo desta longa-metragem, o mesmo não é suficiente para cativar de alguma forma o espectador mais exigente e capaz de esperar mais de alguns destes actores.
Incapaz de ser um imã de espectadores - pelo menos não nos dias que hoje correm - Stroker Ace é uma - mais uma - daquelas longas-metragens datadas e que foram facilmente esquecidas no tempo (compreensivelmente) não deixando grandes recordações para o futuro mais distante para lá de um potencial livro de memórias da relação como seria a de Reynolds com Anderson e, mesmo essa, tendo sido de curta duração.
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3 / 10
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